<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Bertuol de Moura Advogados &#187; Tributação Lucro Exterior</title>
	<atom:link href="https://bertuoldemoura.adv.br/?feed=rss2&#038;tag=tributacao-lucro-exterior" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://bertuoldemoura.adv.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 02 Oct 2023 20:41:52 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=3.9.40</generator>
	<item>
		<title>STF decidirá sobre tributação de lucros no exterior</title>
		<link>https://bertuoldemoura.adv.br/?p=467</link>
		<comments>https://bertuoldemoura.adv.br/?p=467#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2013 12:54:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Gestor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Tributação Lucro Exterior]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bertuoldemoura.adv.br/?p=467</guid>
		<description><![CDATA[O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, pautou para esta quarta-feira (20/2) o Recurso Extraordinário que questiona a tributação de lucros auferidos por empresas estrangeiras coligadas ou controladas por companhias brasileiras. É o RE 611.586, em que a Coamo Agroindustrial Cooperativa pede que seja reformada decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, pautou para esta quarta-feira (20/2) o Recurso Extraordinário que questiona a tributação de lucros auferidos por empresas estrangeiras coligadas ou controladas por companhias brasileiras. É o <a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp" target="_blank">RE 611.586</a>, em que a Coamo Agroindustrial Cooperativa pede que seja reformada decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região que determinou a tributação, com Imposto de Renda e Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), de lucro auferido por controlada pela Coama com sede em Aruba, paraíso fiscal caribenho.</p>
<p>A empresa entrou com o RE porque o TRF-4 considerou constitucional o artigo 74 da Medida Povisória 2.158-35/2001 — que afirma que os lucros das companhias coligadas ou controladas por brasileiras no exterior devem ser tributados no momento em que apurados no balanço. O dispositivo regulamenta o parágrafo 2º do artigo 43 do Código Tributário Nacional.</p>
<p>Mas a Coama, e boa parte do setor industrial, entende que o artigo 74 da MP é inconstitucional. Defendem que os lucros devem ser tributados somente quando for distribuído aos sócios no Brasil — ou quando a renda é disponibilizada, como dizem os termos técnicos.</p>
<p>O mesmo caso é tratado na <a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=597362&amp;classe=RE&amp;origem=AP&amp;tipoJulgamento=M&amp;recurso=0" target="_blank">Ação Direta de Inconstitucionalidade 2.588</a>. Nela, a Confederação Nacional das Indútrias (CNI) também ataca o artigo 74 da MP 2.158-35/01. Afirma que o dispositivo exige “imposto e contribuição sobre situação que não configura renda ou lucro”, confrontando o artigo 193 da Constituição. Também diz que a MP tributa lucros acumulados em períodos anteriores à sua vigência, violando o artigo 150 da CF.</p>
<p>Ambos os casos, a ADI e o RE pautado para esta quarta, têm muito em comum. Tanto que a CNI, autora da ação de inconstitucionalidade, foi aceita como <em>amicus curiae</em> no RE, para auxiliar a Coama.</p>
<p>Nos dois casos, a União opinou pela constitucionalidade da Medida Provisória. No caso do RE, também falou no acerto da decisão do TRF-4. A Procuradoria-Geral da República não se manifestou no Recurso Extraordinário, mas o ministro Joaquim Barbosa, relator do recurso, juntou aos autos o parecer enviado pelo órgão à ADI.</p>
<p>Fonte: Consultor Jurídico</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://bertuoldemoura.adv.br/?feed=rss2&#038;p=467</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
